Consumo de oleaginosas na redução de doenças crônicas

Nozes, amêndoas, avelãs, castanha-de-caju, castanha do Brasil, macadâmias, pistache e amendoins são alimentos densos em nutrientes, cada um com uma composição única. As oleaginosas contêm perfis excelentes de gorduras monoinsaturadas (ômega 9) e poli-insaturadas (ômega 3 e 6); proteínas vegetais; fibras solúveis e insolúveis; vitaminas E e K; folato; tiamina; minerais como magnésio, cobre, potássio e selênio; e substâncias como carotenóides, antioxidantes com benefícios reconhecidos para a saúde humana. Diversos estudos científicos comprovam que o consumo regular de castanhas tem um impacto benéfico na saúde, atuando na prevenção de obesidade, hipertensão, diabetes mellitus e doenças cardiovasculares. Esses benefícios acontecem porque os nutrientes desses alimentos ajudam a reduzir a inflamação das células e atuam como antioxidantes. Ou seja, evitam o excesso de radicais livres que danificam as células, muito comum em doenças crônicas como obesidade e diabetes tipo II. Estudo realizado em 2013 avaliou participantes que apresentavam alto risco para diabetes tipo II e consumiram, aproximadamente, 40 g de castanhas por dia, no café ou lanche da manhã. Os resultados foram surpreendentes. O grupo que consumia as castanhas reduziu a fome ao longo do dia e a vontade de petiscar entre as refeições. Além disso, outro estudo feito com castanha do Brasil mostrou que aqueles que consumiram 13 g de castanhas por dia tiveram redução nos níveis plasmáticos de colesterol LDL e aumento de enzimas antioxidantes protetoras do fígado. As barrinhas da Flormel oferecem quantidade e diversidade de castanhas em sua composição. Elas ajudam a agregar mais nutrientes a seu lanche da manhã, da tarde ou qualquer horário em que bata aquela fominha. Além de proporcionar a você um momento de prazer, fazem bem a sua saúde ajudando a prevenir doenças crônicas. Referências bibliográficas:
  • Tan, S.Y.; Mattes, R.D. Appetitive, Dietary and Health Effects of Almonds Consumed with Meals or as Snacks: A Randomized, Controlled Trial. Eur. J. Clin. Nutr. 2013, 67, 1205–1214.
  • Huguenin, G.V. et.al. Improvement of Antioxidant Status after Brazil Nut Intake in Hypertensive and Dyslipidemic Subjects. Nutr. J. 2015, 14, 54.
  • de Souza RGM, Schincaglia RM, Pimentel GD, Mota JF. Nuts and Human Health Outcomes: A Systematic Review. Nutrients. 2017;9(12). pii: E1311.

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